Lei não é para se discutir, e sim para cumprir. Mas, aí vem uma pergunta: Quem faz a lei? Como seguir leis que tem cunho político ou revanchista. Vejamos o Plano Nacional de Direitos Humanos. Isso é uma lei correta? Ou um revanchismo político de um partido que se acha dono da verdade, como se acha nosso presidente. Agora mesmo leio que Hugo Chavez, ditador da Venezuela e amigo do nosso guru de Brasília, suspendeu o sinal do canal de TV que lhe faz oposição porque não seguiu a lei, que lei será essa? A quem ela satisfaz? A um povo castrado por um ditador pseudo-democrata, ou a ele que não quer oposição aos seus atos desequilibrados? Essa é a democracia dele, enaltecida pelo nosso guru de Brasília. É a democracia do plebiscitos e referendos arranjados e manobrados, para dar legitimidade aos casuísmos ditatoriais. O nosso guru teima em seguir os passos pseudos democráticos de seu grande amigo venezuelano. Agora está até querendo imitá-lo, está começando a sondar com o Plano Nacional de Direitos Humanos se pode fazer o mesmo que Hugo Chavez faz na Venezuela. É só o início. Como não tem mais nada a perder, pois se considera o queridinho do Brasil e já não tem mais que fazer tipo para se eleger, está tentando fazer uma lei absurda para dar vazão ao revanchismo de alguns desequilibrados do Partido dos Trabalhadores que acham que invadir terra alheia é legal, se meter na religiosidade do povo é legal, controlar o editorial e as noticias da mídia é legal, o que fazer se tudo isso virar lei? É a lei do mais forte, como sempre foi em toda a história do mundo. Quem está no comando faz as suas leis de acordo com suas conveniências. Resta a nós, simples populacho, seguí-las.
domingo, 24 de janeiro de 2010
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